quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
VIAS DE FATO
Vias de fato é como crias
Sem ter polias
Traçando as estrias
de seu concreto armado.
Imigrantes rodovias
Duas, três, quatro vias
Em duas rodas tento seguir
Desviando de duas "tias"
Nas ciclovias do anonimato,
Escondidas nas mentes.
Despercebidas, em frente
Seguem as correntes
Pedais acionam turbinados,
Tentativas infrutíferas.
Massas errantes triunfam
"Civilização" incessante
Massacram a vida!
... eu só queria andar de bicicleta tranquilo na ciclovia da cidade.
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Não sei por que, mas alguma coisa nesse texto lembra-me o Gentileza.
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